Responsabilidade Social nas Empresas

O conceito de responsabilidade social nas empresas tem vindo a mudar ao longo dos anos. No inicio era tido como um conjunto de práticas e comportamentos, que de forma voluntária, procuravam dinamizar junto dos seus colaboradores e da comunidade em que estavam inseridas. Actualmente é, não só encarado como um dos seus pilares, como faz parte dos principais valores das empresas. A Responsabilidade Social passou a ser um processo continuo e de melhoria da empresa no seu todo, especialmente na sua relação com todos os funcionários, colaboradores, parceiros, comunidades e o ambiente. 

A partir da criação da Norma Internacional ISO-26000 as empresas passaram a poder adotar as principais diretrizes sobre a Responsabilidade Social. Linhas orientadoras como a Ética, Transparência, Responsabilização pelo impacto das suas ações na sociedade e no ambiente, respeito pelos direitos humanos, são apenas alguns dos princípios e valores que regem esta norma.

Estes valores passaram definitivamente a estar em evidência e a determinar o posicionamento das empresas, podendo fazer parte das suas vantagens competitivas, como representando uma ameaça à sua imagem de marca no seu publico interno e externo. Estes desafios passaram a estar na ordem do dia e a fazer parte das noticias sobre o tecido empresarial mundial.

 

Os Recursos Humanos assumem em muitos casos, a responsabilidade de lidar com estes desafios, muito concretamente no que respeita às questões internas. É neste contexto que surge por vezes, a oportunidade de realizar ações de formação, momentos de equipa, ou simplesmente encontros de colaboradores (como é o caso das Festas de Natal ou do Dia Comemorativo da empresa), num Evento em beneficio da comunidade, numa clara actuação juntando dois propósitos: uma Ação de Teambuilding e uma Ação de Responsabilidade Social.

E se por um lado, estes Eventos têm vindo a acontecer um pouco por todos os quadrantes, também é verdade que este modelo se esgota, se não evoluir para desafios sociais mais inovadores. 

 

As IPSS e Associações de Solidariedade Social têm vindo a sentir a redução dos seus apoios financeiros e o aumento significativo do número de pessoas em situação desfavorecida. 

Como diria Celso Grecco, "a questão já deixou de ser o ensinar a pescar ao invés de dar o peixe, vivemos momentos em que é preciso revolucionar a industria de pescas!". 

 

Na Social Mind temos a convicção de que as empresas têm vindo cada vez mais, a investir em Projetos de Responsabilidade Social, cujo impacto social possa ser mensurável a curto/médio prazo. No contexto socio-económico que se vive, é cada vez mais importante o apoio das empresas às Instituições de Solidariedade Social, no entanto, o exercício de escolher os Projetos que mais possam fazer sentido dentro dos investimentos pretendidos é por si só um grande desafio.

 

Centenas de Projetos e pedidos de financiamento são enviados regularmente às empresas, por parte das Instituições, sob forma de candidaturas ou concursos, ou simplesmente de forma espontânea. Apesar de continuar a ser urgente remodelar espaços, para torná-los "mais dignos, mais acolhedores, e funcionais", as expectativas das empresas vai sendo cada vez mais alta, em virtude de já terem sido realizados eventos semelhantes no passado, ou porque não apresenta grande originalidade, sendo "mais do mesmo". Se a tudo isto, juntarmos a oportunidade de juntar os colaboradores para "um bom momento de equipa" as preocupações das empresas que procuram este tipo de soluções para apresentar internamente, vêm assim esgotadas as ideias e os projetos solidários como um evento com colaboradores.

 

Na Social Mind acreditamos que grande parte das soluções mais criativas, assim como, Projetos de Inovação Social residem nas próprias Instituições, nas gavetas, catalogados como " Projetos de Sonho" à espera de viabilidade financeira, voluntários e vontade das respetivas direções

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